3 de jul de 2012

Hospital completou dois anos de funcionamento


Foto: Ricardo Pinho
Um culto ecumênico e o plantio de três mudas de palmeiras imperiais marcaram, nesta segunda-feira, 2, os dois anos de funcionamento do Hospital Regional ‘Monsenhor João Batista de Carvalho Daltro’ (HRL), em Lagarto, região Centro-Sul de Sergipe. O evento aconteceu na unidade hospitalar, construída pelo Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), com investimentos de mais de R$ 22 milhões.

As festividades foram prestigiadas por redesenhastes da Fundação Hospitalar de Saúde e da própria unidade. Durante a cerimônia, o coordenador de Controle Interno da FHS, Camilo Lordêlo, reconheceu o significado e o papel que o HRL vem tendo para a saúde pública de Lagarto e região.“Neste momento, manifestamos todo o nosso agradecimento aos profissionais que no dia a dia atuam para tornar o Hospital Regional de Lagarto uma referência para a rede estadual de urgência e emergência”, afirmou o coordenador.
A primeira parte do evento foi realizada na recepção do hospital, com a participação de gestores e colaboradores do HRL, que ouviram mensagens do pastor Wallace Oliveira, da Igreja Adventista do 7º Dia de Lagarto e de Luiz Tavares, membro da Pastoral Familiar da Igreja Católica ‘Grupo Bom Pastor’, que desenvolve um trabalho assistencial junto a acompanhantes de pacientes. Ele fez a doação de uma Bíblia e um pedestal para a capela da unidade.
“Unindo todas as nossas forças, haveremos de transformar este hospital num dos melhores de Sergipe, onde a marca serão o carinho e o acolhimento”, disse o integrante da Pastoral Familiar. “Que vocês continuem com este trabalho valoroso, transformando esta unidade num grande centro de salvação de vidas”, ressaltou por sua vez o pastor Wallace Oliveira.
Já o superintendente da unidade reconheceu o esforço empreendido diariamente pelo corpo clínico e equipe assistencial para garantir um atendimento de qualidade aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) da região. “Não podíamos deixar de agradecer a todos os profissionais deste hospital, pois a luta diária é muito grande, mas temos plena certeza que, juntos, estamos fazendo o melhor pelo hospital e por aqueles que nele procuram atendimento. E cremos também que, sem vocês, este trabalho não seria possível”, declarou Fábio Mendes.
Sustentabilidade
Após a cerimônia na recepção interna do HRL, encerrada com uma oração coletiva, gestores, funcionários e convidados participaram do plantio de três mudas de palmeiras imperiais na área externa do Hospital Regional de Lagarto. Passados poucos dias da realização da Conferência Mundial Rio+20, no Rio de Janeiro, na qual chefes de Governo e de Estado, ONGs e demais entidades da sociedade civil discutiram alternativas para o desenvolvimento sustentável no Planeta, coube à coordenadora Administrativa do HRL justificar a atividade programada para o aniversário da unidade.
“A robustez do caule só é alcançada a cada 20 anos. Então, que daqui a 20 anos também o hospital esteja em sua plenitude, robusto, como o caule das palmeiras, representando o fazer de cada um de nós para um crescimento harmônico entre natureza e o hospital, que deve ser uma casa da saúde, e não da doença”, disse Sônia Maria dos Santos.
A primeira muda foi plantada pelo coordenador de Controle Interno da FHS, Camilo Lordêlo, representando a diretoria geral da fundação, a segunda pela assistente-administrativa do HRL Edenilde Maria dos Santos, e a terceira por Maria Hermosa de Oliveira, integrante da Igreja Adventista do 7º Dia do município.
Concursada, a assistente-administrativa do Hospital Regional de Lagarto desde a sua fundação, Edenilde Maria dos Santos, fez o plantio de uma das palmeiras representando todos os trabalhadores da unidade. Ela destacou o significado do ato ecológico para o futuro do hospital e seus servidores. “Como funcionária e pessoa, desde que entrei no HRL abracei um compromisso e a responsabilidade de bem servir. Aqui aprendi a ser mais humana. Então, que esta árvore seja a forma de enraizar uma saúde mais humana também”, afirmou.

Por Tito Lívio de Santana

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