19 de nov de 2011

Três Idolos: Pelé, Romário e Ronaldo e Três Histórias de vidas diferentes


Romário, Pelé e Ronaldo
Três dos maiores jogadores de todos os tempos.
Cada um seguiu caminho diferente com o final da carreira.
O 'baixinho' conseguiu se eleger deputado federal.
Ronaldo virou empresário.
E Pelé representa ele mesmo.
Romário abraçou a causa das pessoas que nascem com síndrome de Down...
Depois do nascimento de sua filha Ivy.
E passou a acompanhar de perto tudo relacionado à Copa do Mundo no Brasil.
Das acusações a Ricardo Teixeira até a construção dos estádios.
Ronaldo cuida apenas dos próprios interesses.
Busca uma maneira de ficar cada vez mais rico.
Representar Neymar, Lucas, Ganso, Leandro Damião e Anderson Silva é um bom caminho.
Pelé vive dos dividendos de tudo o que fez dentro de campo.
E se engajou na defesa da rejeitada Copa do Mundo no Brasil.
Ele se comprometeu de tal maneira que foi mexer com quem não deveria.
Insinuou que Romário estaria atormentando Teixeira por vingança.
Por ter sido cortado em 1998.
A acusação pode parecer leve, mas é grave, pesada.
O deputado federal sabe das inúmeras acusações contra Teixeira.
Interou-se delas.
E ficou revoltado.
Pelé demonstrou que vive em um 'mundo de Alice'.
Com todo o seu prestígio, ele não fez questão de apurar.
Não quis saber se as acusações de suborno e lavagem de dinheiro são verdadeiras.
Preferiu ir pelo caminho fácil da mágoa.
Pelé não está mais vivendo nos tempos da ditadura.
Na qual as autoridades não eram investigadas.
E a imprensa preferia a piada à notícia.
Romário respondeu de forma veemente.
Colocou Pelé como omisso e sugeriu estar defendendo Teixeira por talvez ganhar algum da CBF.
O desmoralizou.
E fez pensar.
Pelé chegou a ter um problema judicial contra Teixeira.
Os dois ficaram anos sem se falar.
Pelé só participou da cerimônia do sorteio dos grupos das eliminatórias graças a Dilma.
De uma hora para outra, resolveu defender o presidente da CBF.
Lógico que não está ganhando dinheiro.
A sua desculpa é simples: o raciocínio é torto.
Para Pelé, defendendo Teixeira, defende a Copa no Brasil
Romário ficou possesso.
Há muito tempo estava engasgado.
Desde que Pelé recomendou que antecipasse a sua aposentadoria.
Porque não estava conseguindo correr em campo.
Romário viu na atitude o medo que ele chegasse aos mil gols, como ele.
O Baixinho apelou para a lapidar frase.
"O Pelé calado é um poeta."
Desde então, os dois se evitam.
Romário tem pretensões políticas.
Ministério dos Esportes, presidência da CBF, Prefeitura do Rio.
E, por isso, não vai aceitar que ninguém o provoque, o humilhe.
Ainda mais Pelé, que considera ser um alienado.
Alguém que não tem consciência do que acontece no Brasil.
Depois do ataque de Romário, Pelé decidiu se calar.
Não esperava tanta veemência.
Não quer travar um duelo com o deputado federal.
Até por saber da imunidade parlamentar de Romário.
Mas Pelé não quer ver abalada a sua imagem de representante de Dilma em relação à Copa.
Romário também acha que já falou o que deveria e calou o inimigo.
Ronaldo, perguntado por amigos sobre a briga, foi sincero.
Disse que tinha mais o que fazer.
Não precisava se expor.
E só queria ganhar seu dinheiro.
Incrível como os caminhos de três gênios do futebol brasileiro acabaram sendo tão diferentes.
E tão sem afinidade.
A não ser a facilidade do trio em casar e separar.

Fora isso, os três têm vidas completamente distintas...

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